quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Ahhh essas mulheres....

Releituras de tempos, pessoas antigas de um passado não tão velho assim, marcaram o primeiro dia dos meus 22 anos. Ironia do destino ou será apenas a conclusão de mais um ciclo de 365 dias que se encerra.
O que dizer, quando esse tempo marca minha independência afetiva e financeira de qualquer um. Isso me  dá até calafrios.
Se não fosse o encontro com tantas pessoas especiais ontem à noite, eu até poderia dizer que esse aniversário seria mais ou menos igual aos outros.
A casa estava cheia, a energia vital que pairava no ar me enalteceu, desde o brinde, os abraços calorosos dos verdadeiros amigos e os presentes que me surpreenderam. E que presentes, vindo das minhas queridas amigas até achei que ia ganhar livros, no fim ganhei presentes que me traduziam. Todas acertaram meus gostos, presentes muito masculinos e particulares. Quem ganharia um JB, minha bebida favorita. Quem ousaria dar um vinil para uma pessoa que vive no futurismo? A não ser do meu nobre e grandioso poeta. Quem se atreveria  me presentear com uma miniatura de uma Kombi, eu já qiause um adulto fervoroso, que no final das contas sempre quis brincar de carrinhos e reviver a infância e que de tão bicho do mato se encontra as vezes desolado nessa selva de pedra sem ter o que fazer e se põem a beber, talvez uma cerveja uruguaia e no final precisa de proteção dos olhos ferozes que o vigiam o tempo todo, quando então desembrulha um pacote colorido e recebe um amuleto de proteção.
Ahhh essas mulheres, essas minhas amigas que me conhecem e me desvendam o tempo todo, essas minhas amigas que nos momentos em que eu mais preciso, elas estão sempre do meu lado e quando não estão, tornam a estar, de uma maneira ou de outra.
Para aquela que está viajando, para aquela que vive o tempo todo comigo, para aquele que tem alma de mulher, para aquelas que não estão mais comigo e para minhas nobres genitoras e protetoras, também aquela que esquece meu aniversário, sou grato a todas essas mulheres.
Então nada mais do que justo entrar em sintonia com o cosmos, vendo o pôr do sol da minha humilde sacada e escrever sobre essas mulheres que fazem a minha vida mais colorida.
Mesmo que os homens tenham certa relevância vou te contar um segredo caro (a) leitor (a) sou bem mais das mulheres isso é fato, então não conta para eles, tá bom? Agora meu bem, vamos acender um cigarro e curtir essa  noite peculiar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário