"Escrevendo a gente inventa, inventa um romance, uma saudade, uma mentira. Escrevendo a gente faz história, foi gritando que eu aprendi a escrever, sem nenhum pudor, sem pecado, escrevo para espantar os meus demônios, pra juntar os amigos, pra sentir o mundo, pra seduzir a vida, é assim que sou, puro papel e caneta. Tão certo como um teatro, tão inconstante quanto as palavras que se traduzem em meras atuações, sinceras."

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